Yanê de Moraes Fonseca

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Nova Friburgo -RJ Eu nunca me imaginei numa casa de apoio, mesmo porque eu nem sabia que elas existiam. Ouvi falar delas durante meu tratamento no INCA.Quando o médico me passou 16 radioterapias eu meio que entrei em pânico. Não me achava em condições de ir e voltar todos os dias de Nova Friburgo para o Rio. Procurei então a Assistência Social do hospital e expliquei que não tinha condições físicas de ir e vir e nem condições financeiras de pagar as diárias de hotel e esperar o reembolso. A Assistente então me sugeriu a Casa de Apoio, entrou  no site da AAMN  e  me falou sobre a casa, o trabalho, o objetivo, como  surgiu .Resolvi aceitar a sugestão, pelo menos seria melhor do que ir e vir.Confesso que vim meio de pé atrás, mas o que encontrei aqui foi bem diferente do que esperava. Aqui, além de casa e comida, encontra-se amor, carinho, atenção, boa vontade, alegria, incentivo, enfim tudo que se precisa para levantar o astral (elemento muito importante para recuperação)Estar deixando a casa me faz feliz por ter terminado parte do tratamento e me faz triste, por deixar para trás esta casa que me fez tão bem.

 

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